The Mentalist. Coletes e sobrancelhas. Precisava de um police procedural na minha vida. Encontrei-o.
sexta-feira, novembro 28, 2008
quarta-feira, novembro 26, 2008
segunda-feira, novembro 24, 2008
The greatest gift of all
Este é o melhor Natal de sempre. Não há nada de especial a passar-se em Inglaterra, ao contrário do ano passado, quando houve o especial do Extras. Mas noutros sítios há. A melhor mini-série portuguesa de sempre, Um Mundo Catita, já estreou na televisão. É um conto de Natal incrível. E ontem, lá no estrangeiro, estreou A Colbert Christmas, o especial de Natal do Stephen Colbert. A história é simples: o Stephen Colbert quer fazer um especial de Natal com o Elvis Costello. Isso seria, só por si, um evento, um acontecimento, algo a celebrar. Só que o raio da coisa tem 40 minutos e é brilhante. E grandes, grandes canções. Esta é uma delas:
O John Legend é o R. Kelly das especiarias. E canta, no final, uma canção do Elvis Costello. Um bocadinho, pelo menos. Algo que o Kells nunca faria. Pontos para ele.
Por falar nisso, quarta-feira sai na Time Out um texto meu sobre o enorme, o grande, o incomparável, o sublime Stephen Colbert e o seu delicioso Colbert Report. Não é só por isso que estou a insistir tanto nele. É que este vai ser mesmo o melhor Natal do mundo de sempre.
The Colbert ReportMon - Thurs 11:30pm / 10:30c
O John Legend é o R. Kelly das especiarias. E canta, no final, uma canção do Elvis Costello. Um bocadinho, pelo menos. Algo que o Kells nunca faria. Pontos para ele.
Por falar nisso, quarta-feira sai na Time Out um texto meu sobre o enorme, o grande, o incomparável, o sublime Stephen Colbert e o seu delicioso Colbert Report. Não é só por isso que estou a insistir tanto nele. É que este vai ser mesmo o melhor Natal do mundo de sempre.
sexta-feira, novembro 21, 2008
30 Rock
O episódio de ontem tinha o Steve Martin (também conhecido como o maior de todo o sempre e o homem com mais classe do mundo). E consegue continuar a média de uma frase genial, hilariante e intensamente memorável que nunca me sairá da cabeça até morrer por minuto. Aquela gente é rude, anda a brincar com isto, uma pessoa tem de escolher quais vai decorar. Esta foi a que ficou: "I can't believe you're out of the game, it's like Picasso not painting, or Bruce Willis not combining action and rock harmonica." E a classe do Alec Baldwin estava no mesmo ecrã que a classe do Steve Martin e o mundo não explodiu. Curioso.
quarta-feira, novembro 19, 2008
Simon+Colbert
O maior escritor de canções de sempre (e rei da comédia, desde o primeiro ano do SNL) com o Stephen Colbert. Clássico instantâneo.
segunda-feira, outubro 27, 2008
Kano
A cadência das palavras dele por causa da pronúncia inglesa são perfeitas e ficam óptimas aqui. Já me esquecia do quanto gostava do Kano, porra. "Brown Eyes", a história de amor na onda chipmunk soul ao nível de produções do Kanye West ou do Just Blaze, "Nite Nite" com a parte cantada do Leo The Lion e o tom conversacional do Mike Skinner e o "War Pigs" (melhor canção de sempre?) em "I Don't Know Why".
Black Diamond
Segundo isto, a versão internacional do Black Diamond tem uma malha com o Kano. O primeiro disco do Kano era bestial (a malha com o Mike Skinner, a "Brown Eyes" e a malha que samplava Black Sabbath eram as três melhores), o outro não ouvi, já que o single com o Craig David era demasiado mau. Mas uma malha com Buraka Som Sistema? Deve ser pouco grande, deve. É uma pena não ter saído cá.
sábado, outubro 25, 2008
Once
Porque é que "Once in a Lifetime", dos Talking Heads (provavelmente, a melhor canção de sempre), é sempre usada para anunciar filmes políticos? Há quase um ano foi o Charlie Wilson's War, agora é o W.
sexta-feira, outubro 24, 2008
'808s and Heartbreak
'808s and Heartbreak é o melhor nome de sempre. Porquê? Porque sim. Porque de um lado há o TR-808 da Roland. A caixa de ritmos. O sintético. A máquina. As batidas. A batida sintética que imita o bater do coração na "Love Lockdown". O auto-tune que o Kanye West usa na voz em quase todas as canções (ou mesmo todas, ao que parece) do disco. Por outro, a dor de coração. O sentimento. O orgânico. A rima imperfeita que há no título. O plural e o singular. Porque vai ser importante, quer se goste, quer não. E parece-me muito provável que eu vá gostar. Mesmo que não seja um bom disco, já tem o título que não me sai da cabeça, por muito que tente.
sábado, outubro 18, 2008
I need love
A minha insistência em dizer que a parte rock da Santogold não rende é enorme. Mas é porque me irrita. Há boas canções escondidas por detrás daqueles arranjos banais. Anda aí um remix de uma delas, "I'm a Lady", pelo Diplo. Transforma uma canção assim-assim numa versão da "I Need Love" do LL Cool J (um clássico das slow jams, e o vídeo também) com a voz da Amanda Blank (a minha heroína desde que a vi em Londres com Bonde do Rolê e uma t-shirt de mangas cortadas do Purple Rain do Prince e alguém que merece o céu pelas estrofes na "Bump" e na "Loose" de Spank Rock e a participação na "Sexy MF" do Pase Rock). Malha.
E ainda estou à espera de um remix que mostre que "Lights Out" é uma das canções do ano, que a versão original dá a entender isso mas estraga tudo.
E ainda estou à espera de um remix que mostre que "Lights Out" é uma das canções do ano, que a versão original dá a entender isso mas estraga tudo.
sexta-feira, outubro 17, 2008
'Ye
'808s, coração partido, 40 mulheres nuas (pretas e brancas) e auto-tune. "Love Lockdown" (diz o Jon Caramanica – que me faz não ter muitas saudades do Kelefa Sanneh – no New York Times que é a melhor canção dos TV On The Radio deste ano e faz sentido), "Heartless" e "Coldest Winter". Se há alguém que consegue fazer isto funcionar, é o Kanye West.
quarta-feira, outubro 15, 2008
You're on point
A brincar, a brincar, o meu MC preferido vai ter novo álbum não tarda nada e (provavelmente) vai ser bom.
segunda-feira, outubro 06, 2008
The Very Best
O facto de o Esau Mwamwaya (tão bom que merece um Óscar; daqui a seis meses vai tomar conta do mundo, já podia tê-lo feito antes, mas decidiu esperar) ainda não ter lançado nada em formato físico é uma espécie de apelo à pirataria em DJ sets, não é? E onde é que está o freestyle dele por cima do beat da "A Milli"? Isso é que eu gostava de saber.
domingo, setembro 28, 2008
Feig, o falhado
Vinha no New York Times anteontem, só vi hoje: um perfil do Paul Feig. Criador do Freaks and Geeks (no meu top 10 de séries favoritas de sempre, certamente) e o maior/melhor falhado de sempre. Grande, grande, muito grande. Cheio de ideias, cheio de falhanços, cheio de desilusões. A comédia dos falhados, dos perdedores, dos feios, dos gordos, dos incompreendidos, dos que gostam demasiado de coisas pouco fixes. Em suma, o meu herói.
quarta-feira, setembro 24, 2008
Love Lockdown #2
O que não quer, de todo, dizer que espero que o 808s and Heartbreak seja todo assim, mas espero que tenha TR-808s e corações partidos e, se não fosse pedir demasiado, rap (ele pode ser um mau rapper, mas é melhor rapper que cantor, e o auto-tune cansa imenso, alguém alguma vez ouviu um disco do T-Pain até ao fim, para além dele?). Kanye triste vale sempre.
Love Lockdown
Que se foda: "Love Lockdown" é malha. Auto-tune, batida do coração, piano, refrão, vale. Mas também, como o próprio diz: "I could stand there in a fucking Speedo and still look like a fuckin' hero."
sábado, setembro 20, 2008
quarta-feira, setembro 17, 2008
Melhor site de todo o sempre
Porque todas as canções do mundo, por muito boas que sejam, seriam sempre melhores com um bocadinho de cowbell e um bocadinho de Christopher Walken. A sério. Experimentem com qualquer uma. Este é o site e com ele qualquer canção pode ficar com o som de dinamite que o Bruce Dickinson ("yes, the Bruce Dickinson") deu a "(Don't Fear) The Reaper". Antes havia canções que podiam ser melhores. Agora não. Exemplo (já passaram oito anos [pronto, nove no caso da malha] e o sketch e a malha continuam míticos, para sempre, comédia e música para sempre):
| Make your own at MoreCowbell.dj | ||
quinta-feira, setembro 11, 2008
This is how I live, Russell
Uma "entrevista" estupenda, uma conversa entre o Russell Brand e o Morrissey (e a mãe do Russell Brand). Achava o Russell Brand irritante, por causa do cabelo, a voz, etc., mas passei a gostar dele algures durante este ano, não faço ideia porquê. O ego enorme, a constante necessidade de atenção, as partes auto-depreciativas não justificáveis, etc. Tem muito em comum com a pessoa com quem fala aqui, o homem mais bonito do mundo e o maior de sempre. "There's nothing else to be obsessed with but the self", diz Brand. "Is there anything that you're not? Because you seem to claim you're everything", diz Morrissey. Ambos têm uma extrema necessidade de serem amados e de lhes darem atenção. E ambos têm muita piada. E divertem-se. É bom.
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